Por que publicar na datavizbr?
Como um artigo publicado em 2020 no datavizbr foi parar em cartilhas do W3C, do governo federal e em cursos universitários.
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Como um artigo publicado em 2020 no datavizbr foi parar em cartilhas do W3C, do governo federal e em cursos universitários.
TCC de design da informação que transforma dados das enchentes de 2024 no Rio Grande do Sul em narrativa visual e afetiva.
Como técnicas de geoprocessamento no QGIS ajudaram a mapear com precisão os domicílios atingidos pela enchente do Rio Vacacaí em 2024.
Tutorial passo a passo para criar um mapa artístico da malha urbana de uma cidade usando o QGIS.
Rodolfo Almeida representa o Brasil na Outlier Conference 2023 com pesquisa sobre como a crise climática é representada em dataviz.
O Congresso Internacional de Design da Informação (CIDI) 2023 ganha uma trilha dedicada à visualização de dados.
Os bastidores da construção de um donut chart que mostra a composição do terceiro governo Lula por partido, gênero e raça.
O que os dados sobre gastos da campanha de Lula nos diz sobre a estratégia da candidatura?
Mapas e gráficos mostram como variáveis de educação explicaram a evolução do IDHM dos municípios cearenses entre 1991 e 2010.
A trajetória de um infografista da Baixada Fluminense até redações como O Globo e Nexo, contada através da desigualdade brasileira.
Um panorama sobre quando vale a pena usar interação em visualizações de dados, com exemplos do jornalismo internacional.
Carol Seixas conta como transformou dados do cotidiano em bordado no projeto borDADOS, sua pesquisa de pós-graduação.
Como a comunidade Data Visualization Lisboa se reinventou e se aproximou por meio de meetups online durante a pandemia.
Os bastidores da newsletter entre.telas, que uniu notícias culturais e visualização de dados em oito edições.
Como o TextVis usa machine learning e deep learning para transformar textos em visualizações de dados, com exemplos de aplicação.
Um retrospecto de como o fim do Flash e a ascensão do D3.js e do React transformaram a visualização de dados na web desde 2010.
TCC que transforma dados do sistema alimentar de São Paulo em uma coleção de estamparia para panos de prato e guardanapos.
Uma provocação apresentada no VIS4DH sobre como visualizar a escala emaranhada da crise climática e do Antropoceno.
Visualização interativa de denúncias de crimes de ódio na internet, estruturada como uma árvore que cresce com os dados.
Como Florence Nightingale usou diagramas de área polar para provar, com dados, que doenças evitáveis matavam mais que a guerra.
Como a visualização de dados se torna estratégica para a maturidade tecnológica das indústrias na era da Indústria 4.0.
Última parte da série, reunindo as comunidades e grupos de pesquisa que consolidaram a visualização de dados no Brasil.
Um professor da Ufes relata os projetos e aprendizados de ensinar design da informação e dataviz remotamente durante a pandemia.
Como sucessivas tentativas e reavaliações transformaram dados de desemprego do IBGE em um mapa de calor com média móvel.
Um ensaio sobre o fascínio estético por visualizações complexas e a intersecção entre arte e ciência na representação de dados.
Por que mapas eleitorais tradicionais enganam e como cartogramas de veículos como Financial Times e New Yorker corrigem essa distorção.
Dez estratégias práticas para tornar gráficos, tabelas e mapas legíveis para pessoas com daltonismo e baixa visão.
O que são antropográficos, visualizações de dados sobre pessoas pensadas para gerar compaixão pelos indivíduos representados.
Uma animação feita a partir de 87 mapas históricos mostra como o contorno do território brasileiro mudou ao longo dos séculos.
Quarta parte da série, mapeando os profissionais brasileiros que atuam com jornalismo de dados.
Terceira parte da série, dedicada aos profissionais brasileiros de design, computação e ciência de dados em dataviz.
Mapas de clusterização revelam os seis perfis econômicos dos municípios brasileiros a partir dos dados de PIB do IBGE.
Os bastidores técnicos e criativos do mapa interativo No Epicentro, que mostra o raio de mortes por Covid-19 ao redor do usuário.
Segunda parte da série, mapeando trabalhos brasileiros de arte e interfaces físicas na visualização de dados.
Primeira parte da série sobre a cena brasileira de dataviz, contando a história da infografia no Brasil desde os anos 1990.
Terceira parte da série, explorando dataviz sobre buscas na internet, mobilidade, economia e impacto ambiental na pandemia.
Uma seleção de vídeos e lives em português sobre visualização de dados e infografia produzidos durante a pandemia.
Mapas mostram a desigualdade na distribuição de leitos de UTI no Brasil e os longos deslocamentos que a pandemia exigiria.
Segunda parte da coletânea sobre dataviz na pandemia, com simulações de contágio e narrativas visuais interativas.
Como Giorgia Lupi e Mona Chalabi usam a imperfeição e o desenho à mão para humanizar os dados da pandemia de Covid-19.
Primeira parte de uma coletânea de visualizações sobre a pandemia de Covid-19, começando pelo tema achatar a curva.
Como os vídeo-infográficos da Vox e do Kurzgesagt usaram formas esquemáticas e pictóricas para explicar o achatamento da curva.
Um balanço de 2019, o ano em que a visualização de dados saiu das margens e virou destaque na grande mídia.
Barbara Castro fala sobre curadoria de exposições de visualização de dados como linguagem artística no Brasil.
Pedro Miguel Cruz explica como metáforas visuais, de fotografias a desfiguramentos, podem intensificar a mensagem de uma visualização.
Victória Sacagami e Larissa Elisa contam como transformaram uma pesquisa de iniciação científica em visualização dos parques do Rio.
Um panorama sobre a trajetória e os projetos premiados de Nadieh Bremer, referência em visualização de dados na web.
Bernardo Loureiro, do laboratório Medida SP, fala sobre visualização urbana, ferramentas e como começar na área.
Gabriel Zanlorenssi, do Nexo Jornal, compara ggplot2 e D3 e dá dicas de ferramentas para quem está começando em dataviz.
Tradução de um texto de Stephanie Evergreen sobre por que dados e designers precisam trabalhar juntos na visualização de dados.
Um relato sobre integrar o júri do Malofiej 27, o maior prêmio de infografia do mundo, e as reflexões que a experiência trouxe.
O anúncio da criação da Data Visualization Society e seus três objetivos para profissionalizar a área.
Daniel Bacchieri conta a história do StreetMusicMap, mapa colaborativo de música de rua finalista do CityVis Award 2018.
Cecília do Lago conta como criou a reportagem sobre roubos de celular em São Paulo, finalista do Cityvis Award 2018.
Uma indicação de quatro livros de infografia editados em português pela Taschen, resenhados pelo canal Pensar Infográfico.
Destaque para o artigo Pensar Infográfico na edição da Revista InfoDesign dedicada a informações complexas e infografia.
Uma lista colaborativa de perfis brasileiros para seguir sobre visualização de dados, infografia, data science e jornalismo de dados.
Usando processamento de linguagem natural para comparar temas e estilos de monografias entre uma universidade brasileira e uma americana.
Uma coletânea de registros em português sobre o trabalho de Fernanda Viégas, referência brasileira em dataviz no Google.
Um resumo das palestras e mesas redondas sobre visualização de dados curadas pelo autor na Campus Party Brasil de 2015 e 2016.
Um resumo da palestra de Pedro Miguel Cruz no Interaction South America 2013 sobre retrato e caricatura na visualização de dados.
Um compilado de referências, projetos, eventos e ferramentas de dataviz citados no episódio
Um relato do CIDI 2015, evento que revelou a maturidade crescente das pesquisas brasileiras em visualização de dados.
Um panorama de projetos de urban visualization, do rastreamento de lixo do MIT ao Wind Map de Fernanda Viégas.
Uma introdução aos conceitos essenciais da visualização de dados, do propósito de comunicar ao debate entre beleza e revelação.
Sobre o projeto Dear Data e as ideias de Giorgia Lupi acerca de dados, humanismo e o desenho como ferramenta de pensamento.
Você ainda usa gráficos de pizza nas suas apresentações? A polêmica é antiga, mas a ciência por trás da visualização de dados não mente.